Vereador

Foto de Sérgio Miguel Rambo

Sérgio Rambo

Nome completo: Sérgio Miguel Rambo

Partido: PT

Estado: RS

Cidade: Lajeado

Nascimento: 21/04/1965         Idade: 53 anos

rambovereador@hotmail.com

(51) 3982-1162  Ramal: 1162

Garantir a intalação da Escola Térnica Federal em Lajeado

Mudança de acesso aos bairros a BR 386

Revisar o atendimento nos postos de saúde, acabando com as filas

Aproximar os Orgãos de Segurança Pública aos Bairros, assim conbatendo a violência e a drogadição

Ampliar atendimento das Escolas de Educação Infantil (creches)

Dar apoio as pequenas e micro empresas -Incentivar as agroindústrias

Mandatos na Câmara

Eleito Vereador

2017 a 2020

Comissões

 Relator        03/01/2017 a 31/12/2018

Comissão de Obras e Serviços Públicos

Notícias vinculadas com o parlamentar

14/11/2018

Câmara aprova sete projetos, derruba veto e abre espaço para o uso da tribuna livre

A Câmara de Vereadores realizou, nesta terça-feira, dia 13, a 41ª sessão ordinária de 2018. Sete projetos estavam na ordem do dia e foram aprovados por unanimidade, são eles: PL 109, 141 e 142; CMs 059, 062 e 063; além do projeto de resolução 001.


05 set 2018

Sete projetos são aprovados e sessão tem dois pedidos de vistas

A Câmara de Vereadores realizou, nesta terça-feira, dia 4, a 31ª sessão ordinária de 2018. Nove projetos estavam na ordem do dia.


01 ago 2018

Câmara aprova quatro projetos

A Câmara de Vereadores realizou, nesta terça-feira, dia 31, a 26ª sessão ordinária de 2018. Na ordem do dia estavam o PL 071 e os CMs 028, 033 e 035. Todos foram aprovados.


20 jun 2018

Câmara aprova três projetos

Os PLs 069 e 072 foram aprovados por unanimidade. Já o CM 026 teve pedido de vistas feito pela vereadora Mariela Portz (PSDB). A pedido da mesa diretora, o CM 027 foi colocado em votação por acordo de lideranças e foi aprovado.


13 jun 2018

Vereadores aprovam veto ao projeto das PPPs

Os vereadores Sérgio Rambo (PT) e Sérgio Kniphoff (PT) foram os únicos contrários ao veto. De acordo com a mensagem justificativa enviada pelo Executivo, a “mudança merece melhor discussão, pois da forma como aprovada, traz instabilidade jurídica”.